domingo, 7 de novembro de 2010

Eu fui! Glasgow, Escócia

Olá!!

Outro dia eu falei da viagem que fiz para a Escócia, estive em Edimburgo e segui para Glasgow, a maior cidade da Escócia (mas não é a capital).

Após dois dias em Edimburgo, pensei em ir ao Lago Ness, mas como disse no post anterior, tomaria muito tempo e juraram que não havia muito para se ver. Chegaríamos, tiraríamos fotos e voltaríamos. Resumindo, perderia muito tempo e não poderia aproveitar Glasgow, que já estava no roteiro, talvez nem conseguisse viajar naquele dia!

Circular na Escócia é bem simples, eu iria de ônibus mas resolvi ver quanto era o bilhete de trem. Entrei na estação e perguntei os preços e horários, como estava eu, a Patrícia e a Cris, havia uma promoção, três pelo preço de dois! Comprei, ficou o mesmo valor do ônibus (£7,00), muito barato né? No trem, a exemplo de outros serviços, havia serviço de bordo também, mas era pago. A viagem é muito rápida, mas deu tempo de conhecer uma alemã que ficou curiosa e fez perguntas sobre o Brasil e deu dicas de Glasgow, ela ficou curiosa quanto ao idioma que eu estava falando, muito legal!

Bom, chega de papo, vamos às fotos de Glasgow, uma cidade que vale a pena conhecer!

A viagem de Edimburgo a Glasgow foi muito rápida, levou cerca de 50 minutos!
Melhor ainda que ainda havia sol quando chegamos. Glasgow possui duas estações, Queen Street, onde desembarquei e Central Station. Ambas no centro da cidade, mas Queen St é melhor localizada.
 
Chegar em Glasgow chega a ser um "choque" depois de passar tanto tempo na Irlanda e depois de visitar Edimburgo.
Glasgow é uma cidade grande e moderna com prédios altos e também muito modernos. Ao contrário de Edimburgo, a impressão que dá é que Glasgow tem vida própria e não vive de turismo apenas.

No dia seguinte, pegamos o ônibus de turismo na George Square, ao lado da Queen St Station. O passe válido por dois dias e custa £9,00 para estudante. Pode-se pegar quantas vezes quiser, é uma ótima opção pois Glasgow é grande! Com o passe é possível conhecer tudo em um dia e ainda parar para fazer compras no shopping ou no centro.
Uma das paradas é o Clyde Auditorium, também conhecido como "The Armadillo" pois seu formato lembra um tatu. Essa é parte de Glasgow que está sendo revitalizada. Embora ele pareça ter sido inspirado na Opera House de Sydney, não há ligação alguma! Os arquitetos se inspiraram nos cascos de navio, que eram construídos ali.

Ao lado do Clyde Auditorium está a Glasgow Tower. Ela tem 127 metros de altura e sua estrutura completa pode girar 360 graus! Impressionante, não?

Essa a Glasgow Cathedral, é uma igreja medieval e data de antes da Reforma Escocesa. É lá que está enterrado o padroeiro de Glasgow, St. Mungo e também é uma das poucas igrejas  que sobreviveu à Reforma, uma pena né?
Para se ter ideia de quanta história aconteceu aqui neste local, St. Mungo foi enterrado aqui no ano de 612! De lá para cá são mais de 1.350 anos!
 
Esse é o túmulo de St. Mungo na Catedral de Glasgow.

Uma das paradas que vale a pena é a do Jardim Botânico, peça ao motorista para explicar como chegar lá. Da parada até o jardim são 5 minutos de caminhada.
 
Essa é a Central Station de Glasgow.

A Patrícia, a Cris e eu, juntos no Jardim Botânico.
Agora vocês já sabem, as vezes uma cidade não é a top de linha do turismo naquele país, mas ela tem seu valor e tem bastantes coisas legais e tanta história quanto outras cidades, mesmo sendo bem moderna. Esse é o caso de Glasgow. Uma comparação bem grosseira, seria dizer que Edimburgo seria o Rio e Glasgow seria São Paulo. Eu gostei muito de Glasgow, espero que tenham gostado do post.

Até a próxima!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Chegando na Irlanda: documentação passo a passo

Uma das dúvidas mais comuns das pessoas que vem para a Irlanda é sobre a documentação que temos que tirar ao chegar na Irlanda. São milhares de coisas para fazer na chegada que nem percebe-se o tempo passar, sequer dá para ter saudade de casa.

Bom, ao desembarcar e passar na imigração, o oficial lhe dará um visto provisório de 30 dias, nesse tempo você deve ir à escola, pegar as cartas necessárias, tirar o PPS (equivalente ao CPF no Brasil), abrir a conta no banco, depositar € 1.000, pedir o extrato e, por fim, ir na imigração e tirar o GNIB, o visto válido por um ano. Complicado né? Nem tanto! Vou explicar passo a passo como fazer.


1º passo
O primeiro passo é ir na escola e solicitar a carta do PPS, a carta de abertura de conta no banco, a carta de imigração e já pegue também o carimbo no formulário para tirar a carteirinha de estudante na Trinity College. Aproveite e já peça para fazer o seu teste de nível e saiba em que nível você está e em que sala vai ficar.


2º passo
Compareça ao serviço social para tirar seu PPS, em alguns casos a escola manda alguém ir com você, mas se não for seu caso não se desespere, é simples! O local para tirar seu PPS fica ao lado do FÁS da Parnell Street no centro, todo mundo conhece, basta pedir informação na rua, os irlandeses são muito solícitos (já falei da educação dos irlandeses aqui). Chegando lá, mostre a carta e seu passaporte, o atendente dará a senha e é só aguadar. Provavelmente haverá muita gente na sua frente, dê uma volta na região e conheça as lojinhas e shoppings. Na Parnell há o Ilac shopping com lojas e restaurantes, dá tempo de fazer uma boquinha e voltar.


3º passo
Feito seu PPS o terceiro passo é abrir a conta no banco, veja qual é o banco que sua escola tem convênio e vá até ele. Eu estudo na SEDA, então abri minha conta no Bank of Ireland em frente à Trinity College, para chegar lá, basta atravessar a ponte da O’Connell sentido Dublin 2 e seguir em frente. Outra opção é o AIB. Chegando lá, diga que você quer abrir a conta no banco e é estudante, leve seu passaporte, a carta da escola e o PPS que servirá como comprovante de endereço. O funcionário lhe dará o número da sua conta, mas nesse dia você não faz o depósito.


4º passo
Após três dias úteis aproximadamente é que a conta foi efetivamente aberta. Você deve voltar ao banco, fazer o depósito e solicitar o extrato. Feito isso aguarde chegar na sua casa. Depois de recebê-lo, aí sim você pode ir na imigração para tirar o GNIB.


5º (e último) passo – Tirando o GNIB
Essa é a parte mais chata, não porque é burocrático, mas porque nas últimas semanas eles têm recebido um número muito grande de pessoas.
Para chegar ao GNIB é simples, a partir da O’Connell siga na direção do prédio da Heineken, quando estiver de frente para o prédio siga para a esquerda (margeando o Rio Liffey), o GNIB fica na esquina, é um prédio de vidro, bem fácil de encontrar. Como o número de pessoas é muito grande, eles distribuem senhas, é bom chegar lá no máximo às 6h30 da manhã para garantir a sua (tem gente que chega às 5!). Há casos de pessoas que chegam a tarde ou a noite e conseguem senha, mas não foi meu caso.
No GNIB será necessário mostrar a carta da escola (lembra que você pediu?), a escola deverá ter encaminhado uma cópia a eles. Se a carta não estiver lá, eles não liberam seu GNIB, por isso não esqueça de pedir à escola!
Eles vão tirar uma foto sua e você tem que pagar uma taxa no valor de €150,00 no cartão de crédito, débito ou no VTM (já falei sobre essas modalidades aqui).
Dinheiro NÃO é aceito no GNIB. O atendente pedirá para você aguardar, fique de orelha em pé, pois chamarão pelo seu nome com aquele sotaque. Basta se dirigir ao balcão de atendimento em que estão entregando os cartões, assinar seu GNIB na frente do funcionário e você está livre para ficar um ano na Irlanda, com direito a trabalhar 20 horas durante as aulas e 40 horas nas férias escolares. 
Lembre-se de que quando sair da Irlanda para visitar outros países você passará pela imigração, por isso ande SEMPRE com seu passaporte. Em momento algum seu GNIB substitui seu passaporte!

Dicas
Na(s) primeira(s) semana(s) você ficará em residência estudantil ou casa de família, se possível peça para usar o endereço de algum amigo seu. Assim você tem certeza de onde as cartas vão e não precisa voltar nos locais em que morou.

GARDA Imigration National Bureau (GNIB)

13/ 14 Burgh Quay, Dublin 2.
Horário de funcionamento:
Segunda a quinta 8 às 22 
Sextas das 8 às 16h.


Espero que tenha ajudado a esclarecer parte das dúvidas que também tive ao chegar aqui.

Até a próxima!

domingo, 31 de outubro de 2010

Eu fui! Edimburgo, Escócia

Uma das vantagens (e que vantagens!) de se fazer intercâmbio na Europa é poder viajar e conhecer os países vizinhos e por mais próximos que sejam, cada um tem sua cultura, sua história, seus hábitos e isso também faz parte do intercâmbio! Podemos treinar o que aprendemos em sala de aula unindo o útil ao agradável.

Assim como falei da minha viagem a Galway (leia aqui e aqui), o blog terá a seção "Eu fui!" para relatar minhas experiências de viagens aqui na Irlanda e em outros países europeus, assim tanto vocês meus leitores quanto as pessoas que conheço pessoalmente podem ficar por dentro do que está rolando aqui na Europa.

Chega de blá-blá-blá, vamos falar da Escócia.

Por que Escócia?
Porque lá é a terra do pica-pau, Edimburgo é a cidade da literatura, o monstro do lago Ness vive lá e, embora não seja minha praia, dizem que os homens usam saia!

Há voos diretos ligando a Irlanda à Escócia, voei com a Ryanair que possui tarifas ótimas e são muito acessíveis.
Como não havia ônibus de onde eu moro para o aeroporto (veja como chegar e sair do aeroporto de Dublin) e o voo era muito cedo, fui com uma amiga e dormimos no aeroporto de Dublin, no outro dia bem cedo chegou mais uma amiga e pegamos o avião para Edimburgo. Com tarifas tão econômicas não dava para esperar muita coisa mesmo, o voo é traquilo, sem serviço de bordo e sem poltrona que reclina e dentro eles vendem de tudo, até raspadinha! Parecem os trens da CPTM, mas mais luxuosos, claro! rs
Chegamos em Edimburgo e lá não havia imigração, tive que comprar cartões postais, pois só tinha notas e assim como na Irlanda, os ônibus não aceitam notas e nem dão troco (comentei uma vez aqui).

A chegada em Edimburgo foi debaixo de chuva e frio, mas estava ótimo mesmo assim!
Do aeroporto fui procurar o Hostel e o motorista foi muito educado, aliás a educação e gentileza dos escoceses é tanta quanto a educação dos irlandeses.
Vista de Edimburgo.
Assim que cheguei la, peguei um ônibus de turismo, daqueles que dão a volta na cidade e você pode subir e descer quantas vezes quiser, é muito bom porque em pouco tempo é possível dar uma volta geral na cidade e depois voltar nos locais que mais gostou, custou 12 libras.
Castelo de Edimburgo, era usado como residência real desde o século XII! 
Edimburgo foi eleita pela Unesco como a Cidade da Literatura. Não é para menos, pois abraçou escritores e filósofos como David Hume, James Boswell, Sir Arthur Conan Doyle (Sherlock Holmes), Robert Louis Stevenson e JK Roling (ela mesma, autora do Harry Potter)!
E já que estava na Escócia, por que não dar uma olhada no whisky? Eu não bebo, mas é interessante e mais interessante ainda é que eu pedi uma sugestão de destilaria para um escocês e ele disse pra eu ir ao mercado. rs
Em todo caso, esse é um Chivas 18 anos, para quem entende (não é meu caso!). 
Pois é, eles usam mesmo essa saia chamada de Kilt. E eles levam bem a sério, cada desenho xadrez representa um clã, há xadrez azul, vermelho, cinza e de outras cores.
Mais uma do Castelo de Edimburgo.
No dia seguinte eu resolvi provar o café da manhã escocês (na verdade é igual ao irlandês, já que a Irlanda fazia parte do Reino Unido). Só não quis o feijão, mas faz parte do prato.
No dia seguinte não havia muito a fazer em Edimburgo e visitar o Lago Ness tomaria todo o dia dentro de um ônibus e segundo os escoceses não valia mesmo a pena, era chegar, tirar fotos e voltar, quem sabe numa próxima. Programa melhor que este é pegar o ônibus 41 em Edimburgo e ir para Cramond Beach, basta pedir ao motorista para lhe avisar quando chegar lá, assim que descer do ônibus siga em frente pela rua atrás da parada que dá na praia.
Pouco antes de chegar na praia há essa igreja que fazia parte do Forte Romano. Aqui tem muita história, pois o primeiro forte foi construído em 142 D.C. e o segundo forte foi construído em 208 D.C! Imaginem, são 1868 anos de história! A parte mais antiga da igreja é a torre, que data do século XV.
Este era o local em que ficava o forte romano. Estudos mostram que no ano de 208 o imperador romano Severus lançou a última campanha para a conquista da Escócia, e usou parte da estrutura do forte anterior para construir um maior. Mas aparentemente havia outro motivo, tirar seus dois filhos, Geta e Caracalla, dos luxos de Roma e mandar para Edimburgo, onde eles aprenderiam viver com o exército romano. Em 212, porém, o Severus morreu. No ano seguinte Caracalla assassinou o seu irmão e voltou para Roma, deixando a Escócia "largada".
Belo castelo perto de Cramond Beach.

Não coloquem a mão na água, afinal ela nem é gelada!

Em Cramond Beach tem uma pequena ilha, Cramond Island. Na hora a maré estava alta, mas é possível ir a pé até ela. Mas prepare-se para caminhar por 1,5 km!
Depois de Edimburgo segui viagem para Glasgow, ao sair da estação o choque foi enorme, contarei tudo em uma segunda parte. Espero que tenham gostado desse.


Até mais!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Eu fui! Irlanda: Galway/ Cliffs of Moher - parte 2

Na primeira parte do post eu falei bastante sobre Galway. No domingo, dia 26 de setembro, eu fui no posto de informações turísticas que fica na Eyre Square, bem no centro. Aliás, uma dica é, quando chegar em cidades aqui na Europa para visitar, dirija-se logo no centro de informações turísticas e consiga um mapa e dicas de passeios, normalmente são grátis. :)

De lá segui para a rodoviária e comprei um ticket para conhecer os Cliffs of Moher com a Healy Tours, o passeio dura o dia inteiro e faz diversas paradas em vilarejos da região. O preço é bem convidativo, €15 para estudante.

Saí às 9 da manhã e para supresa de todos o guia de viagem é o próprio motorista.
Cuidado na hora de atravessar a rua, na Irlanda os carros andam na contra-mão.
A Irlanda possui belíssimas paisagens, estrada típica no inteior do país. O limite é de 100km/h, quem arisca?
Conhecemos a região em que há muitas formações rochosas como a montanha ao fundo. 
A primeira parada foi na Aillwee Cave, uma caverna em que acredita-se que foi formada por um rio que derreteu após a era glacial. A entrada custa €5. De quebra a gente ganha essa paisagem. 
Cliffs of Moher
A próxima parada foi nos Cliffs, o ponto alto do passeio. Ainda é legal saber que estamos em um cenário de filme, o último deles foi Harry Potter e o Enigma do Príncipe.

Cliffs of Moher, uma das 7 maravilhas da natureza.
Ao fundo a O'Briens Tower, contruída por Sir Cornelius O'Brien, descendente do rei da Irlanda Brian Boru, para impressionar as visitas femininas, mas acaba impressionando a todos mesmo.
Acredita-se que os Cliffs se formaram há milhares de anos, na parte de baixo há canais de antigos rios que podem ter até  300 milhões de anos.
Saindo dos Cliffs o ônibus seguiu para Doolin, uma região com cliffs, mas bem mais baixos. O cenário parece lunático, o chão é todo salpicado de pedras e ali perto há Llamas e até cangurus!
Antes de chegar em Doolin, passamos no papel de parede do windows.
Olha eu ali sentado em Doolin.
Quase chegando em Galway, paramos neste castelo para tirar fotos. É de tirar o fôlego hein!
Espero que tenham gostado, eu adorei. As paisagens irlandesas são muito bonitas e todo o tempo parece que se está em cenário de filme, será? O melhor de tudo é que o custo para tudo não chegou a €70,00 com tudo incluído.

Até a próxima.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Um mês na Irlanda

O tempo voa...

Enquanto estou escrevendo este post, está fazendo exatamente um mês que estava chegando na ilha verde. De lá para cá, já aprendi muito e passei a me conhecer melhor. Eu vim sozinho e era muito estranha a sensação no voo de Amsterdã para Dublin, me perguntava o que estava fazendo, se ia dar certo, se ia gostar e ainda preocupado e triste porque meus pais também ficaram muito tristes com a minha partida.

Mas eu cheguei e cheguei bem. Encarei situações complicadas na chegada como não haver acomodação, mas mantive a calma e deu tudo certo.
Primeira vez que vi a Irlanda.
Desde que estou morando aqui em Dublin, aprendi muito com os outros, ensinei e estou me conhecendo também. Toda a insegurança foi dando lugar a ações, novos sentimentos e conquistas. Por isso é importante vir de braços abertos e sem medo para a sua experiência no exterior.

O que aconteceu nesse período? Já aluguei uma casa que estou dividindo com ótimas pessoas, encontrei trabalho, comprei roupas, viajei para Galway e passei a organizar a casa com meus amigos e virei dono de casa e com isso vem as responsabilidades. São coisas muito simples e corriqueiras mas que fazem total diferença quando você não fazia nada disso, meu caso pois morava com meus pais. Parte da responsabilidade eu já tinha, pois eu trabalhava para me manter e para estar aqui, mas felizmente tinha todo o suporte da minha família e o que eu ganhava era só meu, agora eu tenho que pagar contas. rs

Tudo isso faz parte da experiência de morar fora e também têm superado minhas expectativas bem como eu mesmo tenho ficado surpreso com a naturalidade que tenho lidado com todas as situações, com o idioma, com a adaptação à cidade e ao clima.

Então se você que lê o blog está pensando em vir e também está inseguro, isso é normal, mas basta manter o otimisto que tudo dá certo. Enquanto isso, eu vou viajar, hoje irei para a Escócia e depois contarei como foi.

Até a próxima.