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sábado, 19 de novembro de 2011

Eu fui! País de Gales, Reino Unido

Olá!!!


Prometo que esse é o último post sobre  Reino Unido! Da última vez eu falei da minha visita a Southampton, Winchester e Chawton. Dessa vez eu fui com a Laura para Cardiff, no País de Gales. A partir de Bristol leva apenas 40 minutos de trem! Muito engraçado como em tão pouco tempo estamos em "outro país" com outro idioma.

Chegamos lá e para nossa surpresa era dia de jogo de Rugby, paixão nacional deles. Ao contrario dos ingleses que preferem o futebol. E a cidade estava tomada pelos vermelhos.
O melhor de tudo é a simpatia deles, perderam de por um ponto para a França (tinha que ser... sempre a  França...) mas estavam comemorando (e bebendo muito) na rua. Inclusive com franceses, nada de violência! Foi o dia perfeito para sentir a paixão nacional, sentir o amor do povo ao seu país! Muito legal.
E eu fui pra Stonehenge, essas pedras também estão aí sem explicação ^^
Uma das tradições galesas são as colheres de  amor. Era normal no século XVII dar presentes esculpidos na madeira para seus amados, mas as colheres começaram em Gales. Era dada às mulheres como forma de mostrar a intenção de compromisso sério. Há algumas caracteríticas especiais. Se a colher for:
Um coração: Meu amor é seu
Cruz: Fé e casamento
Roda: Trabalharei muito por você
Chave e cadeado: Nossa casa e nosso amor estão seguros
Sino: Casamento
Bola em uma jaula: Número de filhos desejados
Corrente: Anos juntos
Flores e folhas: Amor eterno
Não muito longe do centro de Cardiff tem o museu da cultura galesa, muito bom por sinal. Mostra desde construções medievais até produção de Cidra, bebida muito comum no sudoeste inglês e em Gales. Essa é uma casa medieval compartilhada com animais. Muito triste por dentro, escura e o objetivo principal era se manter aquecido.
E ainda tem esse jardim e um castelo.
A Laura consegue ler algumas coisas em galês, não é meu caso. Mas é uma língua que se ouve bastante na rua, eles são muito orgulhosos e a mantêm como língua viva, ao contrário do gaélico na Irlanda, mais raro de se ouvir.

Antes de me despedir da Inglaterra, voltei em Bath e ficam aqui mais umas fotos desta bela cidade.
A Laura e eu :)
Rio Avon, que corta Bath. As casinhas ali foram uma belissíma ponte.
Royal Crescent de Bath.
Espero que tenham gostado e que os posts sirvam de dica, caso alguém queira visitar a região. Vale a pena! :)

Até a próxima :)

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Eu fui! Sudoeste da Inglaterra parte 2

Olá!

Continuo aqui a minha saga pelo Sudoeste da Inglaterra. No post anterior eu estava indo de Alton para Bristol a partir da casa da Jane Austen. Antes de chegar lá eu parei em Winchester e Southamton. Ambas cidades eram apenas conexões mas bastante para ver em ambas.

Catedral de Winchester. Fundada faz TEMPO! No ano 642, o prédio atual porém começou a ser construido em 1079.  Nela está enterrado o Rei Guilherme II da Inglaterra (Reinado entre 1087 e 1100) entre outros reis e rainhas e Jane Austen, que faleceu em Winchester de causas desconhecidas em 1817.
Além disso, a catedral foi usada em 2005 nas filmagens do Código Da Vinci. Para quem gosta de música, Winchester Cathedral é uma música, top nas paradas britânicas e americanas em 1966.
A cripta da catedral é a parte mais antiga (e bem conservada), há uma obra de Antony Gormley, Sound II. Já falei dele no post que fiz sobre Liverpool. 
Túmulo de Jane Austen, ironicamente não é feita menção alguma que ela era escritora. Anos depois uma placa com mais detalhes foi colocada na parede lateral próxima ao túmulo.
Uma das entradas medievais de Winchester. Mais interessante é que ali em cima tem uma igreja!  Winchester também chegou a ser capital da Inglaterra antes desta passar a ser Londres!

Pertinho da estação de trem (fácil de achar porque Winchester é bem pequenininha), fica o Great Hall.  É o que sobrou do Castelo de Winchester. Foi construído no século XII, depois recontruído entre 1222 e 1235 e é como está até hoje! O que está atrás de mim é a Tavola Redonda do Rei Arthur. Está ali desde 1463 pelo menos, não era pintada mas em 1522 passou a ser a mando do Rei Henrique VIII, o mesmo que criou a Igreja Anglicana.
Saindo de Winchester a próxima parada é Southampton, não esperava muito mas me surpreendi com  uma cidade grande, busy, limpa, organizada e bem conservada. Muito das muralhas que protegiam a cidade estão intactas. Na foto acima, um dos portões principais.
E mais Jane Austen, ela morou um tempo em Southampton. Diz-se que foi aqui que ela celebrou seus 18 anos em dezembro de 1793 com seu irmão Frank.
Southampton foi o porto de saída do Titanic. Mais  uma cidade ligada à fatidica viagem, outras cidades relacionadas a ele são Belfast, Liverpool e Cobh (Queenstown).
E finalizando as cidades no sudoeste inglês, Bristol. A maior cidade da região, não esperava muito mas foi outra cidade grande, moderna com uma vida noturna bem agitada e conexão para todo o Reino Unido. Apenas duas horas de Londres.
Uma das várias fontes e praças de Bristol.
Estratégicamente importante para o Reino Unido, foi bastante bombardeada na segunda guerra mundial. Apesar da cicatriz conserva-se como uma cidade que tem uma bela relação entre o velho e o novo, o antigo e o moderno :)
@Bristol Square
Catedral de Bristol, linda e imponente.
E foi em Bristol que começamos a namorar. Vamos ver como fica essa relação à distância, cada um na sua ilha! rs 
Bom, a viagem continua! Ainda voltei em Bath e segui para o País de Gales. Isso fica para outro post!
Espero que tenham gostado!

Até a próxima!



sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Eu fui! Sudoeste da Inglaterra parte 1

Olá!

Seguindo os posts com minhas andanças pela Europa, falarei dessa viagem, especial por alguns motivos. Resolvi ir para o Sudoeste da Inglaterra, especificamente Bristol por causa de uma pessoa, a Laura. Além disso desde a faculdade eu queria ir para esta região onde Jane Austen morou e pude fazer minha Trilha literária, além disso é nessa região que fica Stonehenge e várias outras cidades interessantes. Sem contar que fica ao lado da capital galesa, Cardiff.

Mais uma vez contei com a Ryanair, dessa vez não tão barato os voos uma vez que eu comprei pouco antes da viagem, paguei €120 ida e volta para um voo de 30 minutos, porem barato em relação aos padrões brasileiros. Feito isso fui lá eu, a Laura me buscou no aeroporto e me deixou no hostel. Dia seguinte é dia de ir conhecer Bath e na sequencia Stonehenge, Chawton no dia seguinte junto com Winchester, Southampton e por fim Cardiff. Como tem muita coisa, farei dois post, mas vale a pena ler, essa região da Inglaterra é muito bonita, charmosa e encantadora. O mundo moderno chegou lá mas de forma sútil mantendo a simplicidade nas pessoas que ainda valorizam as coisas mais simples e um turista lá faz sucesso :)

Casa em Bath. Antigamente os impostos eram pagos de  acordo com o número de janela nas casas, uma das soluções para pagar menos está na foto acima! Boa ideia :)
Milsom Street em Bath. A cidade de Bath é patrimônio da humanidade, nada pode ser alterado. Porém desde sempre ela foi construída com esse tipo de material, do alto ela tem um tom amarelo pastel, mas nem sempre foi assim...
Uma vez que ocarvão era usado para aquecer,a fumaça deixava as casas assim. Essa ficou como exemplo.
Bath Abbey, fundada no século VII. Porém o prédio atual é mais "moderno" e sofreu reformas em meados do século XIX. 
Stonehenge, eu esperava mais para falar a verdade. O local é maravilhoso e eu gostei do céu cinza, combina com as pedras. A melhor ideia para chegar lá é pegar um tour em Bath, apenas £14, o tour dura cerca de 3 horas. Eu usei essa empresa, muito boa: Scarpertours
A questão é, o audio-guia não explica nada além do que se especula. Ninguem sabe para que foi construído, quando exatamente, etc então fica o mistério no ar. Vale a visita mesmo assim :)
O dia seguinte foi puxado, a ideia era visitar a casa onde Jane Austen morou em Chawton. Para chegar lá a melhor opção: duas horas de trem entre Bristol e Southampton, mais 20 minutos em outro trem para Winchester, uma hora de ônibus (X64 a cada duas horas) para Alton. Descer na estrada e caminhar uns 20 minutos. O caminho é este! Vale a pena, passei por lugares intocados pelo mundo. Apenas ingleses comuns que vão ao mercado ou a escola no vilarejo vizinho no onibus :)

Típica casa no interior, chamada de cottage. Essa é vizinha da Jane Austen.
A mesinha usada por Jane Austen para escrever e revisar suas obras. Orgulho para mim poder estar ali. Aliás alguns ingleses me parabenizaram e ficaram contentes em saber primeiro que falamos o idioma deles e que eu estava interessado em seus grandes autores e obras.
Fachada de sua casa. Para voltar eu descobri que um ônibus passa ali 5 ou 6 vezes por dia. Conheci uma senhora inglesa e conversamos. Ela foi bem gentil e me mostrou o caminho de volta a partir de Alton. Na volta eu parei em Winchester e Southampton. Mas eu continuo em outro post!
Enquanto isso, fiquem com essa linda imagem do interior britânico :) E para minha sorte fazia sol e calor!
Até a próxima!

sábado, 5 de novembro de 2011

Eu fui! Irlanda: Trilha Bray/ Greystones

Hello!

Como prometi no post anterior, comentarei minhas voltas pela Ilha Verde e pelo Velho Mundo, mas para começar, vamos aqui pertinho. Já estive antes em Bray em um belo dia de verão em junho deste ano. Resolvi voltar mas desta vez para seguir até Bray, para minha sorte, 28 de setembro foi o dia mais quente do ano. Até então o dia mais quente do ano havia sido no dia em que fui em Bray, talvez devesse ir para lá mais vezes! rs

Para chegar basta pegar o Dart para Bray ou Greystones, eu segui a trilha de Bray até Greystones e voltei de trem, é possível fazer o oposto também, vai de cada um. A tarifa é bem em conta, apenas €8.00 ida e volta, e não esqueçam, sentem do lado esquerdo do trem para as melhores vistas da janelinha :)

Baía de Dublin, mare alta e muita gente estava aproveitando esse raro dia de calor :)
Belo sol, late summer durou (e ainda está durando) muito este ano! Vista de Bray
Bray in a sunny day:)
Vista de Bray, já seguindo o caminho da trilha. Para encontrá-la, saia da estação e atravesse os trilhos (tem uma passarela!) vire à direita e siga pela praia até Bray Head (a montanha com a cruz no topo), suba a "rampa" e siga as placas para Greystones.
A maior parte da trilha não é íngreme e bem sinalizada, no total sao 6km, mas poderiam ser 12km e não perceberíamos!
A atual trilha foi construída em 1840 para transporte dos materiais para construção da linha ferroviária entre Bray e Greystones e depois até Wicklow. Na época a população de Greystones era de apenas 93 pessoas!!

Lá embaixo a linha do DART. Reparem que há dois tuneis lá no fim, o túnel da direita foi inutilizado  após 1869. Em 8 de agosto deste ano uma falha na junção dos trilhos fez uma das composições descarrilhar. Dois passageiros morreram e 23  ficaram feridos. Após o episódio eles fizeram um túnel à esquerda e não há mais ponte no local. 
Chegando em Greystones eu segui para a praia, visto que faziam 25 graus eu resolvi entrar na água.  Só eu, porque na foto ninguém está nela. A temperatura? 12 graus, depois os irlandeses vieram perguntar se foi bom, eu disse que sim e alguns corajosos foram depois :) Fiquei 40 minutos na água, o segredo é ir aos poucos até acostumar, nocomeço é frio, dói mas uma vez acostumado, dá pra ficar! Já fiz isso pelo menos 3 vezes na Irlanda :)
Terminado a visita, volta para Dublin. O legal é que lá é muit perto e muito diferente ao mesmo tempo, vale a visita!

Espero que tenham gostado da dica! Até a próxima!

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Eu fui! Liverpool, Inglaterra.

Olá!!

Continuando a última viagem que fiz à Inglaterra vou falar de Liverpool, a terra dos Beatles. Saindo de Manchester resolvi seguir para Liverpool de trem, a passagem saiu pela bagatela de £6.00 e em apenas 48 minutos já estava na estação central. Para quem foi viajar de trem não esqueça de guardar o bilhete, pois ele será pedido por um guarda ou você terá que passar na catraca, essa é a única forma de eles saberem se você pagou a tarifa correta, uma vez que a gente paga apenas pela distância percorrida :)

Chegando em Liverpool me dirigi ao hostel que ficava ali perto e fi descansar porque o dia tinha sido bem longo. No dia seguinte perguntei a recepção se havia algum roteiro que ela indicava e ganhei todas as dias possíveis e imagináveis bem como conheci ao longo do dia alguns velhinhos ingleses bem simpáticos que me deram dicas. Para quem gosta dos Beatles, vou detalhar o roteiro na legenda das fotos para facilitar!


Andando pelo centro eu segui para a Albert Dock, uma parte do porto revitalizada e onde tudo acontece.
Fica ali também o Museu Marítimo (tem uma âncora gigante na frente, imperdível), alguns monumentos, o  Museu de Liverpool, O Tate Liverpool, restaurantes, hotéis... enfim, não tem como perder! Ali perto fica o terminal de ônibus, mas antes eu passei no Museu Marítimo.

Monumento aos quase 9 milhões de imigrantes que partiram dali rumo à America...
No museu marítimo há uma parte dedicada ao Titanic, Olympic e Brittania. Essa é uma réplica em escala do Titanic usado na época para fazer propaganda do mesmo. Após o naufrágio ela foi modificada para o Olympic e quado este afundou foi novamente modicada. Enfim, o museu a adquiriu e a modificaram para o original.
Um dos coletes usados por um dos sobreviventes.  Muito interessante e até surreal ver de tão perto algo que a gente vê nas histórias, filmes, etc... Muita gente não gosta, mas eu não perco nenhum museu, sempre tem algo bom! Uma curiosidade, o Titanic nunca esteve em Liverpool, mas seu porto de registro é lá assim como de vários outros navios, por isso ele levava o nome da cidade. Na verdade ele foi construído em Belfast na Irlanda e passou por Southhampton e depois por Cobh, na Irlanda, na época chamada de Queenstown.
Vista do Albert Dock, Liverpool central.
Penny Lane! Eu fiquei meio desapontado, esperava uma rua mais bonitinha,  mas é a cara de  Liverpool e isso é legal também, pois se mantém como uma rua comum. Para chegar lá basta pegar o ônibus 74, 75, 76/ 76A, 86/86A ou 207 no Terminal de ônibus LiverpoolONE, na Albert Dock. A viagem leva 40 minutos aproximadamente e você já desce na famosa roundabout :)
A tarifa custa £1.80 mas existe a opção de comprar um bilhete de um dia por £3.00, vale a pena. Porém veja a empresa de ônibus pois o bilhete só vale para andar na companhia que você comprou.
Mendips, a casa do John Lennon. Infelizmente ela não é aberta para visitação,  para entrar deve ser agendada uma visita no National Trust ou ir no ônibus deles (de quarta a domingo e Bank Holidays) que sai de frente ao Jurys Inn Hotel na Albert Dock. Eu fui de ônibus, a paritr da Penny Lane pegue o 76 e peça ao motorista para descer em Mendips ou 251 Menlove Avenue. Eu disse o endereço e o motorista me deixou bem pertinho e já me disse onde ficava Strawberry Fields.
Strawberry Fields, bem pertinho da casa do John Lennon, infelizmente não existe mais nada lá mas o portão ainda é o original. E há várias mensagens escritas por fãs do mundo inteiro. Seguindo a mesma calçada até a Church Street e seguindo essa por mais uns 15 minutos chega-se à St. Peter's Church.

Essa é a St. Peter's Church, onde o Paul conheceu o John. Assim qu e entrei no cemitério da igreja uma senhora que estava na rua me seguiu e perguntou se vim ver algo sobre os Beatles, eu disse que sim e ela foi comigo e mostrou me o túmulo da Eleanor Rigby. Interessante não? Além disso ela também disse onde ficava o exato local onde eles se conheceram, não foi dentro da igreja, mas em um local da igreja do outro lado da rua.
Basta entrar e seguir até o pátio principal onde fica essa placa :)
Depois basta seguir a mesma calçada e pegar o ônibus em frente ao correio para o centro. Do terminal de ônibus eu segui para a Canada Boulevard e entrei no terminal do ferry, dentro há uma lojinha de souvenirs e uma exposição dos Beatles, grátis.

Agora era simples e dava para fazer tudo a pé! Eu segui para a Mathew Street onde fica o The Carvern, onde os Beatles tocaram. Até hoje sempre tem algum cover ou não, mas sempre rolando Beatles e todos cantando juntos. Um ambiente bem legal. O próprio pub já vale a pena, são uns quatro lances de escada até ele, fazendo jus ao nome haha
Tem até uma camisa autografada pelo Pelé lá.

Seguindo a direita da estação Liverpool Lime Street por uns 10 minutos chega-se à Catedral de Liverpool (Anglicana), é muito bonita e também é gigante, para ter ideia prestem atenção nas pessoas no canto da foto. No subsolo há um livro assinado pelo Rei George V e pela Rainha Mary e também pela Rainha Elizabeth e Principe Philip.

Na mesma rua fica a Catedral Metropolitana (católica), na entrada tem uma exposição sobre a  igreja e o catolicismo na Inglaterra, vale a pena. Essa catedral lembra a de Brasília :)

No dia seguinte eu fui ao World Museum, fica à esquerda da Lime Street Station, é grátis!  Nesse museu tem de tudo um pouco, história natural, um aquário, espécies de animais de várias partes do mundo (inclusive Brasil) e tem até uma parte dedicada à astronomia.

Saindo do centro eu fui para Crosby Beach onde fica a obra Another Place de Antony Gormley. Essa praia fica ao norte de Liverpool. Para chegar lá é só pegar o ônibus na parada 11 em frente à Queen Square no centro, leva quase 1 hora. Porém o ônibus deixa em uma praça no centro desse bairro e o motorista não sabia como fazer para chegar lá. Pedi informação para um taxista que me deu uma carona, mas antes foi levar uma passageira hahaha
Conversamos bastante, os três, e o taxista já tinha ido ao Brasil, do Amazonas até São Paulo passando pelo Rio. Ele gostou mas achou perigoso e a senhora perguntou se era mais perigoso que Liverpool... para voltar eu peguei o trem na estação Blundellsands & Crosby.
Finalizando eu passei novamente no centro e segui para a rodoviária e peguei meu ônibus para Dublin, cheguei às 6 da manhã embaixo de uma chuva típica irlandesa e fui trabalhar.
Dois dias em Liverpool é muito, um dia inteiro dá para fazer tudo isso, menos a praia. Para quem está em Dublin dá para ir de ônibus e aproveitar bem um dia. Espero que tenham gostado, até a próxima!