domingo, 14 de novembro de 2010

Eu fui! Irlanda: Skerries Beach

Semana passada estive em Rathcoole, sul de Dublin, por causa do meu emprego que virou decepção (saiba mais sobre emprego na irlanda aqui e aqui). O fato é que era tarde e eu não sabia como voltar e SE tinha como voltar!

De repente eu me senti no meio da civilização quando eu vi o ônibus azul e amarelo de Dublin (GREAT!), após isso uma curiosidade surgiu: qual seria a linha de ônibus mais longa aqui em Dublin. Fucei na internet e descobri que as linhas 33 (norte de Dublin) e 65 (sul de Dublin) são as mais longas. Então fui verificar no site da Dublin Bus e descobri que a linha 33 possui um trecho a beira-mar com várias parias e ilhas, o nome da localidade é Skerries Beach.

No dia seguinte saí bem cedo, o tempo estava ótimo com muito sol, mas muito frio. O ônibus sai da Lower Abbey Street, no centro. Já havia visto no site da Dublin Bus os horários e havia um legal, a tarifa é €3,50 por trecho, mas os passes são válidos (veja como pegar ônibus em Dublin aqui). O tempo de viagem é de uma hora e meia.

Bom, chega de papo e vamos às fotos!
Chegando na praia o tempo havia virado, mas já estava lá mesmo...
Praia é praia e eu tenho que entrar na água (mesmo que me arrependa depois), coloquei o pé na água e depois parecia vara verde tremendo (rs). Depois passou o frio, já que eu nem sentia mais os pés... hahaha
Uma vista geral de Skerries Beach. A praia possui várias casas muito bonitas, cada uma com seu "barquinho" particular =)
Um dos problemas ali é a maré que esvazia muito e enche muito também permitindo a entrada de água nas casas. Por isso eu vi muitos sacos de areia nos portões.
Vista da maior ilha, Shenick Island. Seu nome vem da palavra gaélica 'sionnach' e significa raposa. Em 1878 houve uma "guerra" entre o landlord de Skerries Beach, Ian Hamilton, e os fazendeiros da localidade vizinha, Rush, que iam a Shenick Island buscar algas marinhas para usar como adubo. Então Hamilton quis cobrar impostos pelo uso das algas, o que não foi bem aceito pelos outros. Hamilton então construiu um muro que foi derrubado e a briga parou na justiça, em 1896 foi decidido que era certo cobrar pelo uso das algas e assim foi até 1946. Em 1987, a ilha tornou-se santuário ecológico. O legal é que na maré baixa, é possível ir até a ilha a pé, embora isso não seja recomendado, já que a maré sobe rápido e você poderá ficar ilhado, literalmente. 
Martello Tower em Red Island. Na verdade essa já não é mais uma ilha, pois era muito próxima do continente e foi aterrada. A Martello Tower possui paredes de dois metros e meio e nos últimos tempos foi alterada, no topo havia um canhão que poderia atirar para qualquer lado.
Skerries Beach e ao fundo Shenick Islanda, a maré baixou e a praia virou deserto.
Já era possivel chegar até a ilha a pé =)
Apesar de ter ficado nublado todo o dia, ter feito muito frio e até chovido, no fim do dia o sol apareceu e nos presenteou com um belíssimo pôr-do-sol.
Próximo à rua principal há essa bela igreja e ao lado dela um cemitério com uma torre, infelizmente já estava tudo fechado devido ao horário de inverno.
Já no final do dia fui ver um dos moinhos holandeses na irlanda =)
Fica dentro de um belo parque ao lado da igreja, no local havia um mercado. 
O melhor de tudo é que o passeio saiu muito barato, as paisagens são deslumbrantes e é um local fora do comum, onde todo mundo vai! Depois bastou pegar o ônibus 33 e voltar para Dublin.

Até a próxima!

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Primeiro emprego: Primeira decepção na Irlanda

Decepções acontecem e eu já tive a primeira aqui em Dublin. Ainda no Brasil, eu procurei emprego na Irlanda. Obtive com isso um ótimo resultado pois saí com uma entrevista marcada para trabalhar no Deutsch Bank. Infelizmente essa vaga não deu certo pois era para falantes de português e espanhol. Mas não desanimei!

Continuei correndo atrás e surgiram outras oportunidades as quais pensei que não dariam certo, eu falei delas aqui uma vez.

Surgiu uma terceira oportunidade e desta vez fui contratado!!! Comecei a trabalhar ontem e hoje, quando cheguei para começar mais um dia fui informado de que a vaga não era mais minha, pois a preferência era para quem tinha carro, embora eu tivesse informado na entrevista que só contava com transporte público. Fiquei extremamente desapontado, devolvi meu crachá e voltei para casa, até paguei um mico no ônibus. É uma pena pois para cada oportunidade surgem gastos com alimentação, transporte, etc

O que tirei disso? Experiência e força de vontade para continuar em frente. Não é segredo que eu amo a Irlanda e já adotei Dublin como "minha" cidade e isso me dá força para continuar. Cedo ou tarde (espero que cedo) encontrarei algo (dessa vez para ficar).

Até a próxima (espero que com ótimas notícias)!

Transporte em Dublin: Ônibus

Cá estou eu mais uma vez! Hoje paguei um mico no ônibus (já vou contar) e com ele aprendi alguns detalhes importantes de como circular aqui em Dublin e região. Falarei dos meios de transportes que servem a maior cidade da(s) Irlanda(s) e suas peculiaridades, o primeiro, é claro, é o famoso ônibus!

A exemplo do Reino Unido, os ônibus aqui também têm dois andares. São iguais aos que circulam em Londres, mas aqui eles não são vermelho CMTC, e sim azul e amarelo, o que os deixa mais bonitos.

Como pegar o ônibus?

Igual a gente pega no Brasil! Basta ir para um ponto (veja imagem abaixo), esticar o braço e o ônibus vai parar exatamente no ponto. Isso é ótimo porque você não precisa sair correndo atrás dele na chuva! Todo dia eu agradeço por isso, pois eu já corri muito atrás de ônibus em São Paulo, mas não vem ao caso. Não esqueça que aqui a mão é inglesa e você deverá pegar o ônibus "do outro lado da rua".
Ônibus parado no ponto, todos são padronizados com o logotipo da Dublin Bus. source
Aqui não tem cobrador, então a gente paga direto para o motorista ou compra um dos diversos passes, explicarei as opções mais abaixo. Se você for pagar a tarifa, mantenha-se à esquerda e caso tenha um passe, entre pela direita e valide seu passe nas máquinas. Bom, o motorista fica em uma cabine super protegida, assim que você entrar deverá falar quanto vai pagar ou dizer para onde vai e o motorista lhe dirá o valor.

As moedas devem ser colocadas nessa caixinha. source
IMPORTANTE: Certifique-se de que você tem o valor para pagar a tarifa em MOEDAS!!! Notas não são aceitas de forma alguma!
Não há troco nos ônibus, portanto, caso haja valor excedente, o motorista emitirá um cupom. Guarde-o e pegue seu troco na Dublin Bus: 59 Upper O' Connell Street, Dublin 1.
IMPORTANTE 2: Verifique sempre seu bilhete, pois às vezes o motorista não vê que você pagou mais e não emite o seu troco.

Tarifas
As tarifas são divididas de acordo com a distância que você vai percorrer. Elas estão dividas em estágios, segue a listinha.

City Centre Fare: €0,50 (válida somente no centro da cidade, nos pontos com a sinalização "City Centre Fare".
Estágios 1 - 3: €1,15 
Estágios 4 - 7: €1,60 (normalmente você pagará essa) 
Estágios 8 - 13: €1,80
Acima do estágio 13: €2,20 (Aeroporto, Dún Laoghaire e regiões mais afastadas)
Subúrbio 1: €2,20 (Regiões bem mais afastadas, por exemplo, Rathcoole)
Subúrbio 2: €3,50 (Para regiões como Skerries Beach)
Subúrbio 3: €4,50 (Última tarifa, essa já deve ser fora da Irlanda de tão longe) rs
Parada sinalizada com a City Centre Fare. source
Ticket emitido pelo motorista. Aqui é uma tarifa para acima do estágio 13 (Swords, região do aeroporto). source
Passes
Além da tarifa avulsa, que você paga ao motorista (com moedas apenas, não se esqueça), você pode (deve, se usar com frequência) comprar os passes. Eles podem ser comprados em qualquer estabelecimento com o logotipo da Dublin Bus. Estudantes portadores da carteirinha da Trinity têm várias opções: 5 dias €15,70 e 30 dias €78,00 ou 7 dias ônibus e Luas €25,00 e 30 dias ônibus e Luas €86,00. Lembrando que os passes de ônibus são para dias não consecutivos. Já no caso do passe conjugado com o Luas, os dias são corridos, contando a partir da data da compra.

Caso você tenha um passe, deverá validar sempre que embarcar no ônibus, as máquinas ficam do lado direito.

O mico
Demorei, mas vou contar. Eu comprei um passe de 7 dias conjugado ônibus e Luas. Como eu não sabia, perguntei ao motorista como fazia para validar, ele não entendeu nada do que eu disse e vice-versa. Não validei e viajei de graça sem querer. Na volta, como eu não sabia e já havia descoberto que o passe não precisava ser validado no Luas, entrei no ônibus e subi, pois eu adoro andar lá em cima no primeiro banco vendo tudo. Eis que o alto falando do ônibus é ligado e o motorista falou algo, pensei "não é comigo" e sentei. Novamente o alto falante, pensei "definitivamente, é comigo!" e desci, o motorista (e todos os passageiros) estavam me esperando e me olhando (hahaha), o motorista perguntou se e tinha um ticket válido, eu disse que sim, tirei a luva, mostrei o passe e todo mundo olhando e o ônibus ainda parado. Ele disse para eu validar, eu o fiz e depis subi, ainda bem que não havia ninguém lá em cima hahaha.

Agora eu aprendi e vocês também. Não se esqueçam de validar seu bilhete e de pagar, claro! Embarcar no ônibus e não pagar pode gerar multa de €50,00 e ainda passar vergonha e isso ninguém quer né?

O segundo post será sobre o Luas. Espero que tenham gostado!

Links úteis

domingo, 7 de novembro de 2010

Eu fui! Glasgow, Escócia

Olá!!

Outro dia eu falei da viagem que fiz para a Escócia, estive em Edimburgo e segui para Glasgow, a maior cidade da Escócia (mas não é a capital).

Após dois dias em Edimburgo, pensei em ir ao Lago Ness, mas como disse no post anterior, tomaria muito tempo e juraram que não havia muito para se ver. Chegaríamos, tiraríamos fotos e voltaríamos. Resumindo, perderia muito tempo e não poderia aproveitar Glasgow, que já estava no roteiro, talvez nem conseguisse viajar naquele dia!

Circular na Escócia é bem simples, eu iria de ônibus mas resolvi ver quanto era o bilhete de trem. Entrei na estação e perguntei os preços e horários, como estava eu, a Patrícia e a Cris, havia uma promoção, três pelo preço de dois! Comprei, ficou o mesmo valor do ônibus (£7,00), muito barato né? No trem, a exemplo de outros serviços, havia serviço de bordo também, mas era pago. A viagem é muito rápida, mas deu tempo de conhecer uma alemã que ficou curiosa e fez perguntas sobre o Brasil e deu dicas de Glasgow, ela ficou curiosa quanto ao idioma que eu estava falando, muito legal!

Bom, chega de papo, vamos às fotos de Glasgow, uma cidade que vale a pena conhecer!

A viagem de Edimburgo a Glasgow foi muito rápida, levou cerca de 50 minutos!
Melhor ainda que ainda havia sol quando chegamos. Glasgow possui duas estações, Queen Street, onde desembarquei e Central Station. Ambas no centro da cidade, mas Queen St é melhor localizada.
 
Chegar em Glasgow chega a ser um "choque" depois de passar tanto tempo na Irlanda e depois de visitar Edimburgo.
Glasgow é uma cidade grande e moderna com prédios altos e também muito modernos. Ao contrário de Edimburgo, a impressão que dá é que Glasgow tem vida própria e não vive de turismo apenas.

No dia seguinte, pegamos o ônibus de turismo na George Square, ao lado da Queen St Station. O passe válido por dois dias e custa £9,00 para estudante. Pode-se pegar quantas vezes quiser, é uma ótima opção pois Glasgow é grande! Com o passe é possível conhecer tudo em um dia e ainda parar para fazer compras no shopping ou no centro.
Uma das paradas é o Clyde Auditorium, também conhecido como "The Armadillo" pois seu formato lembra um tatu. Essa é parte de Glasgow que está sendo revitalizada. Embora ele pareça ter sido inspirado na Opera House de Sydney, não há ligação alguma! Os arquitetos se inspiraram nos cascos de navio, que eram construídos ali.

Ao lado do Clyde Auditorium está a Glasgow Tower. Ela tem 127 metros de altura e sua estrutura completa pode girar 360 graus! Impressionante, não?

Essa a Glasgow Cathedral, é uma igreja medieval e data de antes da Reforma Escocesa. É lá que está enterrado o padroeiro de Glasgow, St. Mungo e também é uma das poucas igrejas  que sobreviveu à Reforma, uma pena né?
Para se ter ideia de quanta história aconteceu aqui neste local, St. Mungo foi enterrado aqui no ano de 612! De lá para cá são mais de 1.350 anos!
 
Esse é o túmulo de St. Mungo na Catedral de Glasgow.

Uma das paradas que vale a pena é a do Jardim Botânico, peça ao motorista para explicar como chegar lá. Da parada até o jardim são 5 minutos de caminhada.
 
Essa é a Central Station de Glasgow.

A Patrícia, a Cris e eu, juntos no Jardim Botânico.
Agora vocês já sabem, as vezes uma cidade não é a top de linha do turismo naquele país, mas ela tem seu valor e tem bastantes coisas legais e tanta história quanto outras cidades, mesmo sendo bem moderna. Esse é o caso de Glasgow. Uma comparação bem grosseira, seria dizer que Edimburgo seria o Rio e Glasgow seria São Paulo. Eu gostei muito de Glasgow, espero que tenham gostado do post.

Até a próxima!

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Chegando na Irlanda: documentação passo a passo

Uma das dúvidas mais comuns das pessoas que vem para a Irlanda é sobre a documentação que temos que tirar ao chegar na Irlanda. São milhares de coisas para fazer na chegada que nem percebe-se o tempo passar, sequer dá para ter saudade de casa.

Bom, ao desembarcar e passar na imigração, o oficial lhe dará um visto provisório de 30 dias, nesse tempo você deve ir à escola, pegar as cartas necessárias, tirar o PPS (equivalente ao CPF no Brasil), abrir a conta no banco, depositar € 1.000, pedir o extrato e, por fim, ir na imigração e tirar o GNIB, o visto válido por um ano. Complicado né? Nem tanto! Vou explicar passo a passo como fazer.


1º passo
O primeiro passo é ir na escola e solicitar a carta do PPS, a carta de abertura de conta no banco, a carta de imigração e já pegue também o carimbo no formulário para tirar a carteirinha de estudante na Trinity College. Aproveite e já peça para fazer o seu teste de nível e saiba em que nível você está e em que sala vai ficar.


2º passo
Compareça ao serviço social para tirar seu PPS, em alguns casos a escola manda alguém ir com você, mas se não for seu caso não se desespere, é simples! O local para tirar seu PPS fica ao lado do FÁS da Parnell Street no centro, todo mundo conhece, basta pedir informação na rua, os irlandeses são muito solícitos (já falei da educação dos irlandeses aqui). Chegando lá, mostre a carta e seu passaporte, o atendente dará a senha e é só aguadar. Provavelmente haverá muita gente na sua frente, dê uma volta na região e conheça as lojinhas e shoppings. Na Parnell há o Ilac shopping com lojas e restaurantes, dá tempo de fazer uma boquinha e voltar.


3º passo
Feito seu PPS o terceiro passo é abrir a conta no banco, veja qual é o banco que sua escola tem convênio e vá até ele. Eu estudo na SEDA, então abri minha conta no Bank of Ireland em frente à Trinity College, para chegar lá, basta atravessar a ponte da O’Connell sentido Dublin 2 e seguir em frente. Outra opção é o AIB. Chegando lá, diga que você quer abrir a conta no banco e é estudante, leve seu passaporte, a carta da escola e o PPS que servirá como comprovante de endereço. O funcionário lhe dará o número da sua conta, mas nesse dia você não faz o depósito.


4º passo
Após três dias úteis aproximadamente é que a conta foi efetivamente aberta. Você deve voltar ao banco, fazer o depósito e solicitar o extrato. Feito isso aguarde chegar na sua casa. Depois de recebê-lo, aí sim você pode ir na imigração para tirar o GNIB.


5º (e último) passo – Tirando o GNIB
Essa é a parte mais chata, não porque é burocrático, mas porque nas últimas semanas eles têm recebido um número muito grande de pessoas.
Para chegar ao GNIB é simples, a partir da O’Connell siga na direção do prédio da Heineken, quando estiver de frente para o prédio siga para a esquerda (margeando o Rio Liffey), o GNIB fica na esquina, é um prédio de vidro, bem fácil de encontrar. Como o número de pessoas é muito grande, eles distribuem senhas, é bom chegar lá no máximo às 6h30 da manhã para garantir a sua (tem gente que chega às 5!). Há casos de pessoas que chegam a tarde ou a noite e conseguem senha, mas não foi meu caso.
No GNIB será necessário mostrar a carta da escola (lembra que você pediu?), a escola deverá ter encaminhado uma cópia a eles. Se a carta não estiver lá, eles não liberam seu GNIB, por isso não esqueça de pedir à escola!
Eles vão tirar uma foto sua e você tem que pagar uma taxa no valor de €150,00 no cartão de crédito, débito ou no VTM (já falei sobre essas modalidades aqui).
Dinheiro NÃO é aceito no GNIB. O atendente pedirá para você aguardar, fique de orelha em pé, pois chamarão pelo seu nome com aquele sotaque. Basta se dirigir ao balcão de atendimento em que estão entregando os cartões, assinar seu GNIB na frente do funcionário e você está livre para ficar um ano na Irlanda, com direito a trabalhar 20 horas durante as aulas e 40 horas nas férias escolares. 
Lembre-se de que quando sair da Irlanda para visitar outros países você passará pela imigração, por isso ande SEMPRE com seu passaporte. Em momento algum seu GNIB substitui seu passaporte!

Dicas
Na(s) primeira(s) semana(s) você ficará em residência estudantil ou casa de família, se possível peça para usar o endereço de algum amigo seu. Assim você tem certeza de onde as cartas vão e não precisa voltar nos locais em que morou.

GARDA Imigration National Bureau (GNIB)

13/ 14 Burgh Quay, Dublin 2.
Horário de funcionamento:
Segunda a quinta 8 às 22 
Sextas das 8 às 16h.


Espero que tenha ajudado a esclarecer parte das dúvidas que também tive ao chegar aqui.

Até a próxima!