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domingo, 17 de outubro de 2010

Relatos da educação dos Irlandeses

Como prometi no post em que falei da procura por um lar em Dublin, vou falar da educação dos irlandeses e que educação! Nós nascidos e criados no Brasil crescemos com a nossa cultura e é muito legal chegar em outro país e comparar e "sofrer" o choque cultural. Na procura de casas andei muito com meus flatmates, nos perdemos muito e pedimos muita informação e as surpresas foram muito agradáveis apesar do desânimo e desespero para encontrar um lar.

Mas o que aconteceu afinal?
São detalhes, mas que fazem a diferença. Na rua, mais de uma vez estava com um mapa na mão meio perdido. A exemplo do que já havia acontecido em Paris, os irlandeses pararam para perguntar se estávamos perdidos, abriam as janelas dos carros e houve um rapaz que de bicicleta parou, desceu e abriu seu guia de ruas, mais um pouco e daria a bike de presente =) rs.
Mais impressionante foi o caso em que me perdi em uma rua sem saída e pedi informação a um senhor, que se dispôs a nos ajudar e nos deu uma carona (!) até a casa em que estávamos procurando! Pois é, é muita confiança colocar quatro pessoas no seu carro e sair por aí.
Outra vez nos sentamos no chão (muito cansaço) e vinha uma mãe e uma menininha de quatro anos, engraçado foi vê-la ficar horrorisada com o fato de estarmos sentados no caminho e ela ainda disse “Mami, how can they seat there?” hahahahaha

Mas o melhor de tudo foi ter feito amizade com uma senhora que vive próximo ao Grand Canal, pedimos informação de acomodação e ela começou a puxar papo conosco. Primeiro pensou que fossemos mórmons ou padres (isso acontece sempre...) e depois perguntou o que fazíamos aqui na Irlanda, se este era um destino popular no Brasil, por que estavámos aqui, e de quebra disse que falo inglês melhor do que muitos irlandeses (amo esse povo aqui). Ela comentou sobre uma cidade no oeste próximo a Galway (Gort) que tem muitos brasileiros, etc e no fim nos convidou para visitá-la sempre que quisermos conversar em inglês, muito legal da parte dela. Trocamos telefones e adorarei ouvir as histórias da minha mais nova amiga irlandesa.

Acho que no Brasil há muita gente legal e com tanta educação e gentileza quanto, porém sabe-se que lá é perigoso e há muita gente que se aproveitaria. Uma pena, mas a experiência é válida 100%.

Até a próxima.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Primeiras impressões

Depois do problema com a acomodação, mas que está tudo resolvido (leia post anterior) vou falar da primeira impressão, já que essa é a que fica. A cidade é muito bonita, a qualidade de vida é muito boa, as pessoas são de uma educaão sem igual. Isso faz você se sentir muito bem e vê como as pessoas poderiam mudar o Brasil com a educação apenas e respeitando o próximo.
Às vezes bate aquela saudade enquanto tô andando lá pelos lados do centro sozinho. É estranho, me pergunto o que eu estou fazendo aqui (rs), mas faz parte. É normal no começo e a gente acostuma com o tempo, tudo faz parte da adaptação. Quanto ao tempo, achei que seria mais difícil, mas o frio é bem suportável, dentro das casas e lojas tudo é aquecido e na rua com algumas roupas dá para amdar bem tranquilo, só não choveu tanto como falaram... vamos ver no inverno.
Já me animei e ontem fui conhecer Galway, mas isso eu contarei depois e mostrarei as fotos.

O idioma
O inglês deles é bem complicado, ora eu entendo tudo, ora não entendo nada. Não sei se é também porque ando com muito sono, não me acotumei com o fuso, estamos quatro horas adiantados aqui em relação ao Brasil, então dormimos muito tarde e acordamos cedo.
Às vezes desanima não entender nada, mas terei força de vontade e sair daqui, se sair um dia (rs) falando fluentemente.

Postarei mais novidades, aguardem.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

700 razões para esudar línguas


Uma post no blog da BBC fala sobre o número cada vez menor de estudantes de línguas no Reino Unido. Um argumento para isso é o fato de que o inglês é praticamente uma língua franca e não haveria razões para eles aprenderem outro idioma.

source
Bom, para quem é dá área sabe que o cálculo é simples: menos concorrência = mais oportunidades de trabalho. Melhor ainda que não só na área da tradução e interpretação e sim em todas as áreas, afinal todos precisam se comunicar!

Se você está na dúvida e precisa de um bom motivo para ir À Irlanda fazer intercâmbio, há 700 (isso mesmo!) razões para estudar línguas, confira aqui.